A

Termos e Definições - A

Address Space:
In computing, an address space defines a range of discrete addresses, each of which may correspond to a physical or virtual memory register, a network host, peripheral device, disk sector or other logical or physical entity.
A memory address identifies a physical location in computer memory, somewhat similar to a street address in a town. The address points to the location where data is stored, just like your address points to where you live. In the analogy of a person's address, the address space would be an area of locations, such as a neighborhood, town, city, or country. Two addresses may be numerically the same but refer to different locations, if they belong to different address spaces. This is similar to your address being, say, '32, Main Street', while another person may reside in '32, Main Street' in a different town from yours.
Example address spaces:
- Main memory (physical memory);
- Virtual memory;
- I/O port space;
- IP address;
- House numbers in street addresses;
- Street addresses in towns;
- The Cylinder-head-sector scheme for hard drives;

ACF (Advanced Communications Function)
A family of IBM communications programs that handle tasks such as resource sharing and distribution of functions. They include ACF/Virtual Telecommunications Access Method (ACF/VTAM) and ACF/Network Control Program (ACF/NCP). IBM eventually dropped the "ACF/" prefix from many of these program names; for example ACF/VTAM is now known simply as "VTAM."

ADF (Application Development Facility)
An IBM program for developing Information Management System (IMS) applications. See IMS.

ADMF (Asynchronous Data Mover Facility)
A IBM mainframe feature designed to enhance system performance in data moves between central and expanded storage.

ADSM (ADSTAR Distributed Storage Manager)
An IBM software product for managing storage, data access and backup across multivendor enterprisewide networks. Following IBM's acquisition of Tivoli Systems in the 1996, ADSM was taken over by IBM Tivoli and eventually renamed Tivoli Storage Manager.

ADSTAR (Automated Document Storage and Retrieval)
IBM's name for its storage products business in the 1990s.

AFC (antiferromagnetically coupled)
A type of storage media that uses an advanced magnetic coating expected to dramatically increase hard disk drive (HDD) capacity. IBM shipped the first AVC-based storage products in 2001.

AFP (Advanced Function Printing)
An IBM all-points-addressable enterprisewide print architecture.

AIX (Advanced Interactive Executive)
A Unix-based operating system from IBM.

AMS (Application Management Specification)
A set of application programming interfaces that enable the consistent definition of applications for deployment and management, from IBM's Tivoli subsidiary.

APPC (Advanced Program-to-Program Communication)
The programming interface to LU 6.2, IBM's protocol for peer-to-peer program communication under Systems Network Architecture (SNA). See LU 6.2 and SNA.

APPN (Advanced Peer-to-Peer Networking)
An extension of IBM's Systems Network Architecture (SNA) that provides dynamic, multipath routing among computers in an SNA network. IBM launched APPN as a successor to Advanced Program-to-Program Communication (APPC), which requires more system configuration. APPN enables computers to dynamically exchange information, making it simpler to configure and maintain SNA networks. See SNA.

AS/400 (Application System/400)
A midrange computer system introduced by IBM in 1988 as a replacement for its System/36 and System/38 product families.

ASCII (American Standard Code for Information Interchange)
A standard table of seven-bit designations for digital representation of uppercase and lowercase Roman letters, numbers and special control characters in teletype, computer and word processor systems. Some IBM systems use similar code called Extended Binary-Coded Decimal Interchange Code (see EBCDIC). Since most computer systems use a full byte to send an ASCII character, many hardware and software companies have made their own nonstandard and mutually incompatible extensions of the official ASCII 128-character set into a 256-character set.

AAS
Advanced Administration System. Um dos sistema de TI da IBM usado
para organizar e administrar informações financeiras e de alta
importância da companhia. Assemelha-se com o DB2 em alguns .

ASAR
AAS Security and Registration É o software responsável pela segurança
e integridade dos dados do AAS.

AASF
Advanced Address Space Facility, permitindo que um programa comum, com instruções comuns, possa acessar vários outros “Spaces” (Address ou Data), segundo regras estabelecidas e supervisionado por tabelas criadas pelo Sistema Operacional e usadas pelo hardware (PCAUTH). Evolução do Dual Address Space

ABARS
Recuperação de desastres

ACCEPT
Accept, constroi a DLIB zone à partir da Target Zone. A Global zone é scratched. Esse verbo não é mandatório. Depois da execução do SYSMOD Receive e Apply, em se tendo certeza que tudo está bem, é possível "accept" os elementos nas DLIBs para futuros backups. Após o Accept, você não poderá Restore seus elementos para um nível anterior. O comando SMP/E Acceptc atualiza as distribution libraries, fazendo-as portanto back ups para futuros SYSMODs. O procesamento do Accept é semelhante ao do Apply, com uma importante exceção: Accept processing é irreversível.

ACDS
Contém informações que são ativadas para controlar a política de gerenciamento de STORAGE para a instalação. Quando é feita esta ativação. O SCDS escolhido é copiado para o classes, grupos, rotinas de ACS

ACKNOWLEDGEMENT
Reconhecimento do recebimento

ATAM (Automated Tape Allocation Manager)
O ATAM é uma função que pode ser implementada em um sistema, para automatizar o processo de disponibilização de TAPES para o sistema. O ATAM faz varreduras no sistema, buscando por devices que não estejam sendo usados por processo algum, e desta forma, ele varia a TAPE automaticamente para o status Offline.

ACS
Automatic Class Selection - rotinas que atribuem ao novo arquivo um perfil: uma data Class, uma Storage Class e uma Management Class

ACSROUTINES
Automatic Class Selection Routine

ACTIVATE
A inicialização do hardware começa com a operação ACTIVATE, efetuada na HMC, dirigida para um determinado CEC. Inclui o fornecimento de energia e o Power-on-reset.

ADDRESS SPACE
Capacidade que um programa tem de endereçar qualquer byte da memória. É um Intervalo de endereços dos bytes que um programa pode acessar. É dividido em páginas de 4K. É

ADDRESSING
Conjunto de endereços que os programas da task podem referenciar no AS.

ADSM
Produto da IBM (atual TSM) que se propõe a tirar backups entre plataformas.

AFQ
Fila de frames disponíveis. Quando fica abaixo do AVQ Low é emitido SYSEVENT 17. Pedaço da memória para guardar futuros page-ins. Quando a disponibilidade de frames na AFQ (available frame queue) cai abaixo de um certo nível, o processo de Page Stealing reabastece o estoque de frames disponíveis na AFQ.

AGENT PATROL
O PATROL é um produto contratado que fornece alertas para monitoração e da-dos de performance, para acompanhamento de desempenho. O agente é a parte do produto que é instalada no cliente. Esse cliente pode ser uma estação ou um servidor, o que importa é o sistema operacional que roda no cliente. Existe cliente NT, AIX, Solaris, etc.

AGREGATE DATA RATE
Número teórico. É o máximo teórico de transferência de uma máquina por segundo.

ALB
Acces Lookaside Buffer

ALE
Acces List Entry

ALESERV
ALESERV é uma Macro que define um token (senha) que permite o acesso ao Data Space. Esse token chama-se ALET e é um pointer indireto para a Segment table do Data Space

ALET
e tabelas de páginas de um espaço adicional. Senha. ALET é um pointer indireto para a Segment table do Data Space

ALIAS
Apelido do Device (pode ter vários). Outro nome dado ao Device.

ALOCAÇÃO ESPECÍFICA
O usuário, via JCL, informa o VOLSER do volume que quer que seja alocado; não há alternativas

ALOCAÇÃO NÃO ESPECÍFICA
O usuário não informa o VOLSER onde quer que a alocação seja feita, e o sistema pode escolher o volume.

ALU
Unidade Atitmética e Lógica - Com capacidade para transformar informações. Seus bits retratam o resultado da operação (soma/comparação). É o componente fundamental do
processador

AMODE
Entre os atributos de um módulo, estabelecidos em tempo de linkedição, encontra-se o AMODE, que pode ser 24 ou 31, que indica se o programa está preparado para trabalhar com endereços de 24 ou 31 bits, e que ajusta convenientemente o BIT 32

AMS
Acces Method Services. - Utilitário do VSAM. Serve para estabelecer e manter catálogos e arquivos, entre outras coisas.

AOR
AOR (Aplication Owning regions), onde os programas que possuem a lógica da transação são executados

APAR
APAR (authorized program analysis reports). Corrige problemas em um elemento temporariamente. Mudanças provisórias, aplicadas pelo Change Time

APF
Uma biblioteca APF é aquela descrita como tal na SYS1.PARMLIB ou no comando SET PROG. ** Uma TASK se torna autorizada(APF) quando o seu primeiro programa também for.
Continua autorizada se este primeiro programa invocar outros programas autorizados. Se for autorizer pode emitir certos SVCs.

APPC
AS criados por start ASCH onde corre a transação APPC (LU6.2) - (Comunicação aplicativo-aplicativo)

APPLY
Comando que podemos usar durante a aplicação de um SYSMOD.. Apply a alteração descrita pelo SYSMOD é usada para atualizar a Target Zone , e portanto as bibliotecas a serem usadas pelos produtos ou MVS. A partir do fato que uma SYSMOD tenha sido received, você talvez resolva dar apply para as target libraries. O SMP/E APPLY command pode invocar vários system utilities durante a instalação dos SYSMODs elementos na target libraries. Nos operandos do APPLY command você pode apontar quais das SYSMODs recebidas serão selecionadas para instalação nos target libraries.

APPLY CHECK
Comando que podemos usar durante a aplicação de um SYSMOD. Apply Check, verifica se tudo está correto no Apply. SMP/E possibilita uma opção para parar o porcssamento do APPLY, antes que alguma atualização ocorra, de maneira que tenhamos a certeza que todos os pre-requisitos estão satisfeitos antes da instalação do SYSMODs. Isto permite a
detecção de erros antes que eles sejam levados para dentro do seu sistema.

APPN
Advanced Peer to Peer Networking

ARCHIVE LOG - DB2
Quando um dos active log é totalmente preenchido DB2, automaticamente inicia a cópia dos seus dados em um outro arquivo

AREA COMUM
Serve para permitir a comunicação entre tasks correndo em AS diferentes. O que é realmente comum são as PAGE TABLEs. É SEMPRE MÚLTIPLO DE MEGA BYTE. é um conjunto de endereços em um address space que todos os programas de diferentes ASs acessam, com o mesmo conteúdo. Esses endereços são utilizados para fins de comunicação entre programas.

ÁREA PRIVADA
Área Privada é um conjunto de endereços no address space que apenas os programas desse address space acessam.

ARM
Automatic Restart Manager - Componente do MVS. Contém um ARM Couple Data Set, apontado pelo Sysplex Couple Data set. , e que contém uma política para Restart

ARR
Associated Recovery Routine- Se o erro de processamento ocorreu em uma rotina de PC, pode haver uma rotina de recuperação ativa, chamada ARR.

ARRAY
Conjunto de 8 disquinhos

AS HOME
Address space home: aquele cuja segment table está apontada pelo RC13

AS PRIMÁRIO
AS primário é aquele cuja Segment table é apontada pelo RC1

AS SECUNDÁRIO
AS secundário é aquele cuja Segment table é apontada pelo RC7

ASCB
Address Space Control Block - Bloco de controle que representa um AS. Possui os atributos contém a prioridade das tasks (Dispatching Priority), Segurança, Endereçamento e Contabilização. Existe também a AXCB, que é uma extensão da ASCB, com outros atributos novos. EExistem tantas quantos forem o número de AS

ASCBCHAP
É uma ascb que emite a instrução Compare and swap. ASCBCHAP é uma rotina de SVC que altera (deletando e adicionando) ASCB´s em uma fila desse blocos. ASID - Address

ASID
space ID, que identifica o AS onde está a Task

ASM
Auxiliary Storage Manager - Gerencia os PAGE DATA SET. É um componente do MVS. Passa o controle para o VSM.

ASPURGE
Address Space Purge Task, faz com que o processamento continue, acionando diversos outros Address Spaces que podem estar envolvidos com o Address Space sendo terminado.

ASSIGN
Faz o mesmo que a CCW reserve. Garante a integridade pois é exclusivo, mas degrada a performance.

ASXB
Cada ASCB aponta para um ASXB (Address Space extension block), de onde sai a fila das TCBs daquele addres space.

ATTACH
Macro Attach - a invocação desta macro faz com que o sistema crie uma nova Task a pedido da Task mãe. A nova Task é uma subtask da Task mãe que emitiu o Attach. Um fato meio mórbido seria aquele que se a mãe morrer (normal ou Abend) toda a sua linhagem morre também. Authorized User Key -

AVAILABLE QUEUE (AVQ)
Fila de frames disponíveis. Quando fica abaixo do AVQ Low é emitido SYSEVENT 17. Pedaço da memória para guardar futuros page-ins. Quando a disponibilidade de frames na AFQ (available frame queue) cai abaixo de um certo nível, o processo de Page Stealing reabastece o estoque de frames disponíveis na AFQ.

AVQ
Fila de frames disponíveis. Quando fica abaixo do AVQ Low é emitido SYSEVENT 17. Pedaço da memória para guardar futuros page-ins. Quando a disponibilidade de frames na AFQ (available frame queue) cai abaixo de um certo nível, o processo de Page Stealing reabastece o estoque de frames disponíveis na AFQ.

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